Ando a ver se entusiasmo os meus filhos a entrarem nos Escuteiros.
Fui escuteira durante 9 anos e adorei. É uma experiencia única, que nos acompanha durante a vida, que nos ajuda a crescer...gostava mesmo que eles experimentassem!
O mais velho não está para aí virado. Aliás o meu Piolhito nunca está virado para lado nenhum! Nunca se interessa por nada, larga tão ou ainda mais depressa alguma coisa em que pegou com algum interesse. No fundo parece um catavento!
O Piolheco é diferente. É mais ao estilo "bora lá"! Seja o que for, se lhe agradar nem precisamos de lhe dizer mais. O rapazito já lá tá caído e às vezes consegue arrastar o irmão.
Esta é a técnica que tenho estado a usar. Convenço o mais novo e espero que o mais velho vá de arrasto. Mãezinha matreira a dos meus filhos... ehehehe...
Então hoje anunciei à hora do jantar que já sabia a hora da reunião dos escuteiros.
O Piolhito disse logo "Eu não quero ir!"
O mais novo, muito entusiasmado disse " Ò ***** anda lá! Cavamos um buraquinho no chão, fazemos cocó lá dentro e depois tapamos. Vai ser fixe!"
Acho que no futuro vou deixar a explicação da parte prática para os Chefes do Agrupamento...
Hoje nasceu a Teresa, a minha sobrinha mais nova.
É tão fofinha!!!
Sê muito bem vinda bebé.

Quando voltar digo se consegui.
3 infinitos meses de preparação terminam amanhã.
Marido, filhos, pais, sogro, irmão, cunhada, sobrinhas...
Todos juntos somos uma equipa de futebol!
'Bora lá realizar um sonho (ou 11 sonhos!)
Até vamos ter direito a dia do Pai eh eh eh

Apeteceu-me...
Podia-me dar para bem pior!
Ainda agora voltei e já a trovoada me levou a ligação à net.
Senhores do Meo... maus, maus, maus!!!
Sabe-se lá quando vou poder vir aqui novamente... secaaaa....
Hoje o Piolhito teve avaliação no piano.
Então ontem estudou muito afincadamente a lição.
E quando achou que aquilo estava audivel chamou-me ao quarto.
E eu, muito alapada no puff vermalho ali estive à espera até que aqueles dedinhos acertassem nas teclas certas, no tempo certo.
A porta estava fechada para o pai e o irmão. Só a mãe podia ouvir.
E foi assim, que no fim da minha tarde de domingo tive direito à mais pequena audição de piano. Em exclusivo, para a Mãe, o melhor pianista do mundo. Pelo menos do Meu mundo...
À laia de nota de rodapé fica aqui que a nota hoje foi Bom.
(caramba, já me tinha esquecido que escrever aqui dá mesmo muito gozo!!!)
Vim cá ao jeito de quem vem a uma casa de férias.
Vou abrir as janelas, limpar o pó e teias de aranha, ver as vistas novamente... vim arejar isto!
Não estou zangada, nem me esqueci do meu cantinho. Tenho andado por outras paragens, que me têm ocupado muito tempo.
Nada de grave claro...
Com o tempo vou passar em todos os quiosque vizinhos, tramelar sobre as ultimas novidades, beber um cafezinho.
Vim aqui só para voltar.
Será que isto faz sentido?... faz, acho que faz

(isto até era para ser um post com mais texto mas vou começar a falar das saudades e da distancia, e a ultima coisa que quero é que seja um post triste, Fica assim...)
É sempre assim. Pensamos sempre que temos todo o tempo do mundo. Um dia o tempo acaba-se e aí é que damos conta do que perdemos.
Adiei tempo demais este post. Um post que deveria ter sido escrito em Julho ou Agosto. O post que ela tanto merecia, que me deixasse partilhar o que era para nós tê-la connosco.
A Rita adoptou-nos. Andava perto da casa do meu sogro num domingo à tarde e teimou, por mais que o meu sogro tentasse, em seguir as pernas do Piolheco. Era tão linda e meiguinha que, nem sei bem porquê, a senti logo minha e a trouxe para casa. Nunca tinha feito isto a nenhum animal, mas a Rita era especial.
Tornou-se num instante na companheira de brincadeiras preferida dos Piolhos, principalmente do Piolheco. Era ela quem o acordava de manhã, com festinhas e lambidelas e era com ela que eles brincavam à noite quando vinham para casa.
Era a minha companhia à noite quando o F. ia trabalhar. Gostava de se deitar no sofá, com a cabeça junto a mim num ronronar interminável, de mimo. Gostava de ficar na cozinha à espera que lhe desse um petisco e depois sentava-se ali a ver-me cozinhar, ou ensarilhava-se nas minhas pernas até eu lhe ralhar que me ia fazer cair.
Tinha uma paciência enorme para os miudos e nem se chateava quando o Pedro lhe puxava o pelo pensando que ela era um boneco. Acho que ela sabia que ele só tem 9 meses...
Gostava de fugir para o meu quarto para tirar uma sestinha debaixo da cama.
A Rita gostava de correr na relva e de se esconder no meio dos canteiros, gostava de brincar com as molas da roupa e com as meias dos miudos. Até gostava do Caramelo e deixava que ele lhe lambesse o focinho. Gostava de apanhar sol e esperava por nós no parapeito da janela da cozinha.
A Rita morreu no sábado.
O F. atropelou-a quando ela se escondeu debaixo do carro.
Enquanto escrevo isto tenho ao meu lado a Sissi, que tem um mês e meio, e que com o tempo também sentirei como minha gata.
Mas a Ritinha era especial. Era a minha gata. E partiu tão cedo...
Até sempre Ritinha. Desculpa ter escrito o teu post tão tarde.
Tenho uma quinta.
Linda.
Dá-me um trabalhão pensar quando tenho que colher o arroz ou as alcachofras mas é uma moca! O Piolhito então... hoje levantou-se mais cedo para colher as abóboras.
Ora arranjar uma quinta e manter um blog é dificil.
Daí a ausencia.
Mas a minha quinta é fabulástica (dentro do género nivel 8).