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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Principezinhos e borboletas

 

Quando eu era mais nova, bem mais nova, no tempo dos escuteiros e dos grupos de jovens havia um livro que, desse por onde desse, tinha que passar pelas cabeceiras da malta. Quer dizer, das "meninas", porque os "meninos" normalmente estavam-se borrifando para estas "paneleirices de gaja".

Já adivinharam pelo título do post...

O livro era

 

 

"O principezinho"

(claro que a iamgem foi retirada da net porque o livro ficou no meio das tralhas de solteira em casa da minha mãe, que na minha já há tralha que chegue)

 

E claro que toda a gente gostava daquela cena do "invisivel aos olhos", do "ver com o coração", toda aquela lamechada delicodoce que até envolvia um borrego... não era bem um borrego, era uma ovelha mas também tem lã e vamos lá ter  na mesma!

 

Mas eu não.

Li o livro com toda a atenção e só uma frase me ficou na tola.

 

"Duas ou três lagartas terei que suportar se quiser saber como são as borboletas.”

 

Volta e meia lá vem ela, lançadíssima, esbarrar-se contra a minha caixa craneana. À laia de sino... Só para me lembrar da história das lagartas.

E pronto lá aturo eu mais uma lagartita, espero pacientemente que a gaja faça o casulo, que não me "moia" a mona e que um dia mais tarde, para meu espanto e com um grande "Ahhh!"  à mistura lá apareça a borboleta.

Às vezes a borboletita até tem a sua graça. Já houve uma ou outra que se transformaram em barbieletaças, boas, giras, de fazer parar o trânsito. Mas no geral, normalmente saiem-me na rifa daquelas aboínhas chatas que "avoam à volta das alêmpedas". É a vida... e quem quer melhor arranja.

 

E tudo isto para quê?

Para dizer que ultimamente tenho sido atormentada por algumas lagartas.

Daquelas verdes, viscosas, peludas e feias.

E descobri, ou melhor até tenho medo de descobrir, que a história das lagartas pode ter outro final. O final em que a gaja (que sou eu) se farta de vez, passa-se dos carretos, lixa-se para as borboletas e grita a plenos pulmões que ou as lagartas se enfiam no casulo, quietas e caladas, mudas e sossegadas ou vão ver até que ponto há Dum-Dum neste mundo.

 

Desta vez até posso não chegar às borboletas, mas que faço o gosto ao dedo faço

 

Tou...: Vocês agarrem-me...
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9 comentários:
De Júlia a 13 de Dezembro de 2008 às 09:24
Tem lá calma com as lagartas, vá!

Parabéns. Excelente texto.


De daplanicie a 21 de Dezembro de 2008 às 21:57
Passei para desejar um Natal muito feliz, na companhia da família, com muita saúde, paz e muitoooo AMOR!
Beijinhos


De kiko_julho_2005 a 23 de Dezembro de 2008 às 10:30
Feliz Natal!!!
Muitas prendinhas nos sapatinhos.
Bjs


De guguinha a 23 de Dezembro de 2008 às 12:21
Ai amiga ,parece que estamos condenadas a apanhar com essas lagartas horrorosas, que só de falar já agonia. Beijinhos, Guguinha


De Júlia a 27 de Dezembro de 2008 às 13:16
Olá querida Migas

Podes não acreditar, mas fiquei tão impressionada com este teu texto e com a filosofia que nele empregaste, que decidi oferecer o livro sobre o qual falaste, à Lila. Talvez ela também se baseie nos seus ensinamentos quando tiver que enfrentar lagartas nojentas...
E sabes que mais? Ela está a adorar!
Espero que por aí continue o espírito natalício a reinar.
Ainda me hás-de esclarecer porque é que dizes que somos vizinhas...
Beijinhos.


De Júlia a 29 de Dezembro de 2008 às 11:53
Olá conterrânea...
Vim trazer um presentinho: tens prémio no meu blog.
Beijinho e boas entradas.


De blogando-me1 a 29 de Dezembro de 2008 às 23:15
Image

ImageDeseje feliz Ano Novo aqui:</font>
www.mensagensmagicas.com/ano-novo.html



De Cristal a 31 de Dezembro de 2008 às 17:07
Que as realizações alcançadas este ano sejam apenas sementes que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro.Um Feliz Ano de 2009.
Beijos cristalinos
Cristina


De Mamã Gansa a 31 de Dezembro de 2008 às 17:51
Feliz ano novo

Beijinhos meus e da Bá


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