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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

Feelings

Não sei se já vos aconteceu alguma vez... eu ontem estava bem disposta, cantarolei, ri e houve uma altura do dia em que pensei cá para os meus botões: "Eu hoje estou a rir tanto... mal será.." Não sei... foi assim um aperto no peito, foi ficar com o coração pequenino... pensei logo nos piolhos... mas não era neles que devia ter pensado. Devia ter pensado no meu pai.

 

Soube à noite pela minha mãe. Telefonou-me com a voz muito apertada, muito baixinha. Tinham-nos escondido, a mim e au meu irmão, até ontem que o meu pai estava doente.

 

O meu pai tem um tumor. Nos intestinos.

 

Foi um balde de água fria. Só eu e Deus sabemos o esforço que foi aguentar o telefonema todo sem me ir abaixo. Eu sei que nenhum dos dois tem estofo para aguentar  isto sozinho. Nem necessidade! Têm dois filhos! Que querem que contem com eles. Mas só ontem , quando foram finalmente confrontados com um diagnóstico, quando se sentiram perdidos sem saber o que fazer, nos disseram.

 

A minha reacção foi organizar tudo. Faz-se estes e aqueles exames, fala-se com este e aquele médico. Se é necessária uma cirurgia marca-se uma cirurgia!

No sábado vai ter  uma consulta com um médico do hospital de S. João, na próxima semana vai ser operado no Porto (pelo menos tudo indica que sim).  Cheguei ao ponto de dizer à minha mãe que ela amanhã tinha que comprar pijamas (de algodão abertos à frente) e o que tinha que colocar no saco que vai levar para a clínica!

 

É assim que funciono. Tenho que ter a sensação que tenho alguma coisa sob controlo. Tenho que me manter ocupada. Nem quero pensar em todos os "ses" que não me saiem da cabeça. Tenho que ser positiva. Tenho que acreditar. Tenho que confiar. Tenho que ser forte. Tenho que ser o pilar, o porto de abrigo para eles.  Tenho que lhes dar força...

 

... e a mim? Quem ma dá?

 

E se...?

 

                                                                                                    Mas nisto eu não quero pensar

Tou...: Muito triste e angustiada
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13 comentários:
De Maria São Matos a 15 de Janeiro de 2008 às 23:45
Vou tentar anexar ficheirode musica, se não conseguir vai então ao teu email e fica mais uma mensagem de AMIZADE.
Sózinha não estás...
Vou ficar a abanar o céu,mas que se faça somente a Sua vontade e tb a nossa.
bjs


De Migas a 16 de Janeiro de 2008 às 23:10
Mas sabes que até Ele disse "Afasta de mim este cálice..." Mas obrigada pelo teu apoio e pela tua oração amiga!
Tens blogado pouco... falta de tempo ou de inspiração?


De Estupefacta a 16 de Janeiro de 2008 às 06:37
Querida Migas
Por mais que estejamos crescidinhas, sentimos sempre os nossos pais como um porto de abrigo.
Quando estiveres triste... pensa que estou aqui a 2 passos, a um clic em: Estou_Estupefacta@sapo.pt .
Com um sorriso de esperança nas melhoras do teu pai. Muita Força.
Um beijinho


De Migas a 16 de Janeiro de 2008 às 23:12
Obrigada, do fundinho do coração.
A pesar de não nos conhecermos pessoalmente sei que és uma amiga em quem posso confiar. Obrigada pela tuas palavras.


De isabel a 16 de Janeiro de 2008 às 09:28
Que situação... muita força !!!
Vai correr tudo bem!!!
bjs


De Migas a 16 de Janeiro de 2008 às 23:14
Eu também quero acreditar que sim...
Beijos e obrigada pela visita


De thathys a 16 de Janeiro de 2008 às 10:40
Olá Migas

Vou sempre te mandar energias positivas para todos os dias teres a força para dar esse positivismo, tanto ao teu Pai como à tua Mãe... Muita força! E as melhoras para o teu Pai!

Jokas


De Bunny a 16 de Janeiro de 2008 às 11:44
sao estas coisas que nos deitam a baixo e nos fazem ver k somos humanos e tb desmoronamos...mas rtu soubeste manter o controlo!!!!! parabens!!!!!
vou pedir pelo teu Pai...tudo se ira resolver.....se foi detectado a tempo tudo e possivel.....
agora tem de ser voces os irmaos o suporte dos vossos pais....afinal e ociclo da vida..

muita força.......


De Migas a 16 de Janeiro de 2008 às 23:15
Obrigada pelas tuas palavras e pela força!
Um beijinho grande


De nofimdoarcoiris a 16 de Janeiro de 2008 às 12:33
Como eu te endendo! Estou a passar pelo mesmo. No verão passado detectaram na minha mãe um tumor maligno num rim. Disseram-nos que é operável, que lhe tirariam o rim e tudo ficava bem. Ainda estamos à espera da cirurgia. O médico diz-nos para estarmos ansiosos, não há perigo por ainda não ter sido operada. Mas só o facto de sabermos que ela tem aquele problema deixa-nos de rastos.
É um choque enorme quando recebemos estas notícias, o mundo parece desabar. Ficamos sem saber como fazer, como agir.
Tenta não pensar no pior. Se foi detectado a tempo pode ter bastantes hipóteses de vencer esta luta. Tens neste momento de ir buscar as forças que tens na tua reserva. Para ti e para eles.
Um grande beijinho e muita esperança


De Migas a 16 de Janeiro de 2008 às 23:18
O médico vai dizer no sábado qual a sua opinião em relação à operação, mas felizmente o meu pai tem um subsistema de saude que não o obriga a estar em listas de espera. Provavelmente vai ser já operado num hospital particular na próxima semana. Do mal o menos...
Beijos e obrigada pela preocupação


De Lua de Sol a 17 de Janeiro de 2008 às 02:38
Miguinhas, li ontem mas não consegui vir cá... Quero que saibas que estou, muito sinceramente, a fazer força para que tudo passe rapidamente, para que daqui a nada te veja a falar da recuperação muito entusiasmada.
Sei o que sentes. Quando descobriram que a minha avó tinha um linfoma - a minha avó é que me criou, foi a minha mãe -, estava grávida da primogénita, foi como se me sugassem toda a felicidade, me atirassem contra uma parede... A sensação do mundo a fugir-nos dos pés, de que os "outros" somos desta vez "nós"... Comecei logo a mexer-me, a levá-la ao médico, a pô-la a fazer exames... A sorrir quando estava perto dela e se soubesses o que me apetecia chorar!!! Ainda mais grávida, com as hormonas descontroladas... Senti uma dor, uma revolta...
Tudo para te dizer que estou aqui, CONTIGO!

Um grande beijinho e muita energia positiva (acreditar é poder)


De Euquandoforgrande a 17 de Janeiro de 2008 às 12:56
Chegam a uma certa idade e somos nós, filhos, que temos de tomar conta deles. Perguntar-lhes se tomaram os comprimidos todos, se mediram hoje a tensão, o que almoçaram, a dizer-lhes para não comerem aquilo que lhes faz mal...
2007 foi assim para mim e este ano será uma continuação.
O ano passado por esta altura estava no hospital que a minha mãe tinha tido um enfarte. À tarde tinha-lhe doído o peito e estava mal disposta, quem ia adivinhar o que se seguiria? Lá recuperou com a ajuda de uma cirurgia e uma catrefada de comprimidos. O meu pai começou a ter uma pulsação fora de órbita. Ele que nunca precisou de ir ao médico. É isto que nos espera, infelizmente, e isto assusta, muito... Quem te dá a força? Sabermos que eles se encontram estáveis é para mim a maior das recompensas.


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