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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Tucha


A Tucha tem seis meses mal contados. É uma gata, filha de uma gatinha, muito sossegadinha, que "só" faz companhia à mâe já velhinha de uma vizinha da minha sogra. Reparem nas aspas... só é como quem diz... de vez em quando lá se escapa,  foge da velhinha, que há muito deixou de ter pernas para correr atrás dela, e esqueira-se para os braços do mais charmoso dos gatos que ande nas redondezas. De vez em quando, lá tem a senhora uma ninhada de gatos para dar.

Mas tem lata que chegue! "Trago-lhe aqui esta gatinha, muito meiguinha, filha da gata da minha mãe para os seus netos brincarem. As crianças gostam muito de gatos." Esquerda volver! Lá vai ela, sem sequer dar tempo para que lhe digam que não. Quando os miudos chegaram do colégio, foi oficial. A partir daquele dia, havia mais uma gata lá em casa. As crianças gosta muito de gatos... e de ratos... e de cascavéis... e de escorpiões... e de girafas, golfinhos e leões amorosos!

Mas é compreensível. A gata é pequena, portátil, serve de peluche... Eles andavam um bocadinho tristes. O cachorrinho amoroso que tinham, transformou-se num monstro de 30kg, maior que eles e pouco dado a brincadeiras.

A gata é uma mimelas, não refila nada e até lhes deixa puxar o rabo.

Confesso que gosto da gata! 

Ontem, à hora do almoço o F. foi mudar a minha carrinha, que estava a trancar a dele. Entrou, ligou o motor, acelerou e nós só ouvimos um miar estridente, aflito.

O F. matou a gata! Gatos mortos não miam... o F. atropelou a gata! Foram lá ver. Eu não, que não tive coragem. Entretanto a gata fugiu para debaixo de outro carro.

"A gata tá muito mal. Se calhar temos que a matar. Mas ela não deixa ver, tá ali debaixo..."

O Piolhito começa a chorar. Quer ir ao quintal. Não o deixo. Grito com ele. Quero a todo o custon poupá-lo àquele cenário, àquele sofrimento.

Tiraram o 2º carro, desta vez com mais cuidado.

"Tá mal... tá a deitar líquido... vamos ter que a matar..."

O muido continua a chorar. Quer a gata, ainda agora andava com ela ao colo. A gata arrasta-se e esconde-se atrás de vaso. Assanhada, não deixa ninguem aproximar-se.

"Mata-se a gata? Com uma enxada?"

Gaita! Gente bruta!

A moça que passa a ferro na minha casa tira dali o miúdo. Obrigada, do fundo do coração.

Ninguem mata a gata! Não antes de eu ir ver como ela está. Fui lá. Estava com dores, encolhida. Cheguei lá, devagarinho, fiz-lhe uma festinha, falei baixinho... peguei nela. Miava com dores, mas aconchegava-se ao meu colo. O líquido era urina. Foi do susto.

Fui pô-la no ninho.Era só magoado. Dei-lhe Brufen dos miudos e obriguei-a a beber água.

Telefonei ao PIolhito a dizer que ela ia ficar bem.

Hoje ela já está melhor. Ainda coxeia, mas já tenta saltar dos bancos da cozinha para o chão.

Entretanto telefonei à amiga da amiga, que é veterinária. Brufen tá bem. Mais uns dias e fica boa.

Afinal, os gatos têm 7 vidas...

Tucha só te faltam 6... juízo!

 

 

 

 

Tou...: que susto!
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1 comentário:
De daplanicie a 23 de Julho de 2007 às 16:59
Criamos amizade ao diabo dos bichos e depois é uma carga de trabalhos. Eu que o diga que já passei um susto enorme qd o meu cão foi atropelado!! Boas melhoras pra bichinha :-)


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